(uma coisinha para desanuviar)
No sábado, 28 de Março, li no Jornal de Notícias que:
Uma mulher de Merufe, em Monção, teve funeral marcado para a quinta-feira anterior, dia 26 de Março. A cerimónia fúnebre não se realizou porque, afinal, a senhora, felizmente, estava viva. Até aqui, nada de insólito, nada de invulgar.
Avancemos na história: o funeral foi marcado após conversa com o padre Américo — cura de três paróquias, Merufe, Barbeita e Podame, reza a notícia, não sei muito bem porquê, mas pronto, registei —, que informado do falecimento da senhora, tratou dos procedimentos habituais em circunstâncias do género. A agência funerária contratada fez deslocar os seus funcionários ao hospital onde tinha sido internada dias antes (terça-feira), e quando ia recolher o féretro, a senhora morta estava viva. Quem tinha, então, despachado a senhora? Um irmão da senhora: o homem recebeu uma chamada do hospital a informá-lo que a irmã permaneceria mais alguns dias internada para ser submetida a uma biópsia, e não para ser sujeita a uma autópsia, como o senhor entendeu...
Não mexam no Batô
17 years ago
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