Ponto final. Já não morro sem os ter visto, e passou uma semana desde que os vi. No dia seguinte, a I. perguntou-me: «Então, o que é que achaste?» Vi o que estava à espera de ver, três mortes lentas e uma quase morte lenta (o baterista) em cima do palco... Sinceramente, desde o primeirinho segundo em que soube que eles vinham por aí, pensei que nem Viagra ou Pau de Cabinda resultariam contra a impotência que lhes baixou o cano há muito, muito tempo, e do (sejamos amigos) concerto, prefiro reter o efeito: Sex Pistols, o produto comercial ainda resulta — em ano de cartaz bastante discutível, o festival arrancou cheio de gente que foi lá de propósito para os ver, gente iludida ou não, gente consciente ou não daquilo em que se estava a meter.
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