Tenho saudades de ir à Ribeira, de beber uma cervejinha no Está-se Bem e da paciência do sr. Adriano e do sorriso permanente da dna. Carminho, de fazer o circuito dos bares com os amigos — Aniki-Meia Cave-Mercedes —, de subir, às vezes, ao Ribeirinha e de parar, depois e quase sempre, no Cubo, com a garrafa de litro ou simplesmente já sem nada para beber mas ainda com muito para conversar, de fazer horas para o autocarro, de regressar a casa sem pressa de cair no sono, de esperar com ansiedade pelo fim-de-semana seguinte, por uma rotina que nunca cansava, por uma Ribeira de perdição que deixaram que se perdesse.
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